
“Por milhares de anos, doutores e cientistas diziam que percorrer uma milha em menos de quatro minutos era impossível e que quem tentasse, morreria. Portanto, quando me levantei da queda na pista após cruzar a linha de chegada, pensei que estava morto” – disse Roger Bannister, em 1954, imediatamente após fazer o impossível e quebrar esse erro de conceito restritivo.
O feito de Bannister não ocorreu apenas pelo treinamento e condicionamento físico, mas também foi resultado de visualizar constantemente o evento em sua mente, repetindo várias vezes, fazendo com muita paixão, acreditando que desde que ele se dedicasse, conseguiria realizar.
O aspecto mais significativo de sua evolução foi sua influência sobre os demais: Antes de Bannister, ninguém na história correu uma milha em menos de quatro minutos. A crença de que isso era impossível era tão forte que até os especialistas a reforçavam, alegando com provas científicas. Não surpreende, portanto, que de certa forma, isso era realidade.
Um ano após Bannister superar essa barreira, 37 corredores conseguiram o mesmo feito e um ano depois, outros 300 entraram para o clube.
A crença de Bannister, de que o “impossível” era na verdade, possível, permitiu que percebesse que sua visão poderia influenciar e inspirar centenas (senão milhares) de outros atletas a melhorar seus próprios recordes.
Esse é o poder de acreditar – a crença cria a realidade.
Uma equipe motivada é uma equipe que acredita na construção de uma “REDE” com todas as pessoas que interatuam com a organização . Supõe a construção de um mundo no qual essas pessoas desejem pertencer e queiram permanecer.
O ser humano se “constrói” em comunidade , em “REDES”. É nas sucessivas comunidades (familiar, escolar, de redes sociais) das que forma parte onde realiza suas aprendizagens; são as que lhe orientam e apoiam em seu crescimento, e compartilham com elas valores e objetivos comuns.
Reconhecer que a empresa é, antes de mais nada, uma comunidade humana, uma comunidade de sentido é o primeiro passo e decisivo a correta compreensão dessa realidade.
Aquilo que realmente dá sentido ao ser humano não se encontra no tangível, no material, mas no intangível, nas ideias, nos valores, nas emoções. O intangível guia o tangível e isto é certo desde o menor até o maior das empresas humanas.
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