17 de outubro de 2014

Princípio do Bem


“Ninguém é destrutivo porque quer”

Claro que todos nós temos momentos de raiva, vingança, egoísmo, cinismo. Não significa, portanto, que desejamos ser assim o tempo todo. O comum é que este sentimento passe depois de algum tempo, algumas horas, dias.

No entanto, existem aquelas pessoas as quais as mágoas e ressentimentos estão profundamente marcados e geraram raízes. Tais raízes se espalham e crescem em forma de outros sentimentos negativos. Permanecem no coração por muito tempo, às vezes, a vida toda. Os impactos negativos são intensos e enormemente problemáticos se a pessoa não reagir.

Mas, o que impede uma pessoa magoada de agir contra suas feridas e a seu favor? Fatores como falta de afeto e carinho, ausência de confiança em si mesmo e/ou nos outros, baixa-estima e até mesmo falta de diálogo.

O principal reflexo da amargura não perdoada e da não-reação é a maldade. E essa maldade surge então quando surge a sensação de que “falta algo” ou de que algo que existe foi “tirado”. Desta maneira, a maldade assume o lugar daquilo que está ausente para falsamente gerar a sensação de que “nada falta”, de que está tudo bem.

“A maldade não é um desejo. É uma compensação à ausência de algo muito importante que essa pessoa perdeu ou nunca conheceu. ”


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